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A hegemonia da equipe do Rio de Janeiro na Superliga feminina continua. Neste domingo, no duelo válido pela final do torneio, na Arena da Barra, diante da equipe do Osasco, as cariocas precisaram do tie break, mas conseguiram triunfar em 3 sets a 2, com parciais de 25/19, 25/22, 25/22, 25/18 e 15/6, para levar seu décimo segundo título da competição.

A equipe do Rio de Janeiro começou o confronto com ímpeto, e fechou em 25 a 19 o primeiro set, bem nos setores de ataque e defesa, as cariocas largaram na frente com ponto de bloqueio triplo que fechou a parcial.

Rio e Osasco fizeram final eletrizante neste domingo (Foto: Fotojump)

No set seguinte, tudo indicava que o Rio seguiria no controle, após abrir vantagem de 10 a 6 logo no início. Osasco, no entanto, acordou a tempo e virou a situação na metade da parcial, conseguiu administrar a dianteira no marcador e fechou o período em ponto de Tandara após longo e eletrizante rally.

O equilíbrio prevaleceu na parcial seguinte, disputada ponto a ponto. Osasco deu sinais de que executaria a virada ao abrir 17 a 15, mas a equipe carioca soube contornar a situação para virar o placar e voltar a ficar na frente na contagem geral, precisando de mais uma parcial para fechar a vitória e confirmar o título.

Osasco voltou a reagir no quarto set. Com agressividade, o time paulista conseguiu boa margem e não deixou a dianteira escapar, forçando a realização do quinto e decisivo período.

Para decidir o título, Juciely foi o nome do tie-break e esteve inspirada em seus ataques, enquanto a equipe de Osasco, valente na parcial anterior, não conseguiu encontrar a melhor forma de se defender e acabou se tornando presa fácil para as comandadas de Bernardinho.

Adolescente estava seguindo o jogo que propõe desafios macabros como bater fotos assistindo a filmes de terror, automutilar-se, ficar doente e, na etapa final, cometer suicídio. Secretária da Educação, Ana Paula Rossi, disse que na rede municipal não há casos, mesmo assim reunirá equipe técnica para estudar formas de alertas aos pais e alunos

Gilson Biondo

Gilson Biondo (Foto: Divulgação / facebook)

por Agência Futebol Interior

Americana, SP, 16 (AFI) - O Rio Branco não quis dar sopa para o azar e confirmou a classificação para as quartas de final do Campeonato Paulista da Série A3 na manhã deste domingo ao vencer o Grêmio Osasco, por 2 a 0, no Estádio Décio Vitta, pela última rodada. Apesar da derrota, o GEO foi beneficiado por outros resultados e escapou do rebaixamento.

Com a vitória, o Tigre de Americana chegou aos 33 pontos e terminou na terceira colocação. Seu adversário nas quartas de final será o Nacional, sexto colocado. Os dias e horários dos confrontos serão definidos no Conselho Técnico marcado para a próxima segunda-feira, na sede da Federação Paulista de Futebol (FPF).

Já o Grêmio Osasco ficou na 13ª colocação com os mesmos 25 pontos que Noroeste e Comercial, mas na frente por conta do número de vitórias. O Bafo foi o time que abriu a zona de rebaixamento.

RÁDIO FI

O Rio Branco venceu o Grêmio Osasco e se classificou para as quartas de final - Sanderson Barbarini/Foco no Esporte

O Rio Branco venceu o Grêmio Osasco e se classificou para as quartas de final


A decisiva partida foi transmitida ao vivo pela Rádio Futebol Interior com narração de Marcelo Corsato, comentários de Paulo Filé, reportagens de Antônio Carlos e Carlos Corsato ligado no placar ao vivo.

O JOGO
Em casa, o Rio Branco começou a partida tendo mais posse de bola e procurando mais o ataque. Os torcedores alvinegros reclamaram de um pênalti não marcado em cima de Bruno aos dez minutos. O

Rio Branco fez o dever de casa e vai enfrentar o Nacional nas quartas de final - Sanderson Barbarini/Foco no Esporte

Rio Branco fez o dever de casa e vai enfrentar o Nacional nas quartas de final

Grêmio Osasco priorizava a marcação, fazendo com que o Tigre encontrasse muitas dificuldades para entrar na área.

Aos 30, Cesinha deu grande passe para Bruno, que girou em cima do zagueiro e bateu cruzado, abrindo o placar no Décio Vitta.

O GEO sentiu demais o gol e viu o Rio Branco ampliar aos 41 minutos. Após boa jogada individual, Júlio tabelou com Cesinha e finalizou na saída do goleiro, marcando um bonito gol.

MUITO PERIGO
Logo na volta do intervalo, Bruno aproveitou cruzamento na primeira trave e desviou com muito perigo. A bola passou raspando a trave. Na sequência, Vitor Hugo invadiu a área e finalizou rasteiro. Com os pés, Jeferson Paulino impediu o terceiro gol do Rio Branco e manteve o Grêmio Osasco vivo no jogo.

A resposta do GEO veio em chute de fora da área de Wellington. Ronaldo se esticou todo e espalmou com as pontas dos dedos. Aos 22, Danrley cabeceou e mais uma vez o goleiro alvinegro fez a defesa. Conforme o tempo ia passando, o time de Osasco ficava desanimado, fazendo a partida cair de ritmo.

Ficha Técnica

Local

Décio Vitta - Americana (SP)

Árbitro

Alysson Fernandes Matias

Assistentes

Claudenir Donizeti Gonçalves da Silva e Fernando Luis Raveli

Cartões Amarelos

Rio Branco: Bruno

Gols

Rio Branco: Bruno 30' 1T, Júlio 41' 1T

Rio Branco

Ronaldo;
Pablo, Rufino, Miranda e Thiaguinho;
Keitá, Cesinha (Bismarque), Vitor Hugo (Romarinho) e Thiago Silva;
Júlio e Bruno (Wallace).

Técnico: Edson Vieira

Grêmio Osasco

Jefferson Paulino;
Bruno Lima, Vinícius Andrade (Edinho Granja), Maurício e Marlon (Wallace);
Rubens, Klauber e Henrique;
Jorge Eduardo, Castro (Darnley) e Wellington.

Técnico: Maércio Zeferino

O Rio de Janeiro está na final da Superliga feminina de vôlei. Nesta sexta-feira, a equipe dirigida pelo técnico Bernardinho venceu o Minas por 3 sets a 1, com parciais de 25/15, 26/24, 21/25 e 25/20, na Arena da Barra, fechou a série de semifinal por 3 a 2 e se credenciou para disputar a 13ª decisão consecutiva do torneio contra o Osasco, que passou pelo Praia Clube.

Assim como os quatro jogos anteriores, o duelo desta sexta foi marcado pelo equilíbrio, com o Minas exigindo o máximo do Rio de Janeiro. O exemplo disso foi o rali disputado logo na primeira jogada. No entanto, as visitantes pareciam nervosas e erravam muito os passes, nas coberturas e, principalmente, nos ataques. Por outro lado, as donas da casa mostravam consistência e não tiveram dificuldades para abrir vantagem ao levar o primeiro set com relativa tranquilidade: 25/15.

Equipe carioca faz em busca do 12º título da Superliga feminina de vôlei (Foto: Divulgação/CBV)

O Rio de Janeiro entrou no segundo set motivado com o desempenho na primeira parcial e manteve a intensidade. Porém, o Minas elevou a qualidade de seu jogo e equilibrou as ações. Firme no ataque, a norte-americana Hooker comandava o time mineiro. As duas equipes passaram a se alternar na pontuação, sem que algumas delas conseguisse abrir vantagem no placar. No final, vitória das donas da casa por 26/24, depois de Gabi ter desperdiçado um set point no contra-ataque.

O jogo seguiu parelho na terceira parcial, que poderia definir o confronto. O Rio abriu a contagem, mas o Minas reagiu e passou à frente. Contando com o apoio da torcida, o time carioca voltou a comandar o placar e as equipes se alternaram na dianteira. O Minas mostrou mais concentração na reta final e aproveitou uma oscilação das adversárias para abrir vantagem e se manter na partida.

As mineiras voltaram à quadra para o quarto set embaladas com o triunfo na parcial anterior, no entanto encontram, do outro lado da rede, uma equipe disposta a fechar a série. O Rio de Janeiro comandou o placar desde o início, colocando pressão no Minas. Paulo Coco, técnico do time mineiro, tentou acertar suas comandadas nos dois pedidos de tempo que teve, mas não conseguiu. As cariocas dispararam na ponta e abriram 21/15. Aí ficou difícil parar. A torcida empurrou e as donas da casa não deixaram a vantagem escapar para confirmar a vitória.

A final da Superliga feminina de vôlei está programada para acontecer no dia 23 de abril, às 10 horas (de Brasília), na Arena da Barra, no Rio de Janeiro.

Nesta sexta-feira, as equipes do Rio de Janeiro/Rexona Sesc e do Camponesa/Minas se enfrentam pela Superliga feminina. O jogo tem início às 20 horas, na Arena da Barra e é o quinto e decisivo confronto pelo playoff melhor de cinco das semifinais da competição.

Apesar das estatísticas serem equilibradas, o time do carioca tem pequena vantagem. O percentual de eficiência da equipe é maior em todos os seis quesitos analisados pela Confederação Brasileira de vôlei – defesa, levantamento, saque, ataque, recepção e bloqueio. A defesa da equipe é 3,1% melhor do que a adversária.

O histórico da competição também é favorável à equipe da Rexona-Sesc (RJ). Das 28 partidas jogadas, as meninas ganharam 26 – um aproveitamento de 92%. Já a equipe mineira, dentre as 29 atuações feitas, apenas 19 tiveram resultados positivos, ou seja, ganharam 67% das partidas jogadas.

No último confronto, Rio venceu Minas e levou a semi da Superliga para o quinto jogo (Foto: Reprodução/ Facebook)

Os dois últimos confrontos das equipes tiveram diferentes vencedores. Ambas equipes ganharam as partidas fora de casa. No primeiro deles, em 7 de abril, a equipe mineira saiu na vantagem (três sets a dois). No segundo jogo, no dia 11 deste mês, foi a vez da equipe por Bernardinho, com dois sets de diferença.

Ao final do quarto jogo da série, a ponteira Rosamaria, do Camponesa/Minas, comentou sobre o equilíbrio entre as equipes: “Sabíamos das dificuldades que teríamos ao enfrentar o Rexona-Sesc e ainda não acabou. Temos condições de ganhar novamente. Vamos tentar vencer novamente”, disse.

O vencedor desta série jogará na final contra o Osasco/Vôlei Nestlé.

Garantido na grande final da Superliga feminina de vôlei após vencer os três confrontos da semifinal contra o Praia Clube, o Osasco já iniciou sua preparação para a grande decisão do torneio. Acostumado a atuar na parte da tarde ou à noite, o time busca se adaptar às atividades pela manhã, já que o horário do jogo que vale o título acontecerá às 10h (de Brasília).

O Osasco aproveita o intervalo entre o último compromisso e a final da Superliga para se adaptar à uma nova rotina (Foto: João Pires/Fotojump)

A equipe técnica do time da Grande São Paulo alterou toda a programação usual de treinamento e já coordena nesta semana as atividades nas primeiras horas do dia. Na parte da manhã as jogadoras passaram a trabalhar a parte tática, enquanto as atividades físicas e trabalhos de fundamento acontecem mais tarde.

“Essa é uma das vantagens de ter vencido a semifinal em três jogos. Desde segunda-feira estamos treinando saltos e coletivos pela manhã e a parte física e as atividades específicas à tarde. O primeiro dia foi complicado, mas no segundo já melhorou e no terceiro todo mundo estava dando na bola com mais naturalidade. Já estamos nos adaptando e os treinos vão ficando cada vez melhores a partir do momento que o corpo vai se acostumando”, disse a líbero do Osasco Camila Brait.

“Essa fase é importante porque não é fácil jogar às 10h, pois você precisa acordar por volta das 7h, horário que não estamos acostumadas. É um trabalho fundamental para que possamos chegar com o máximo possível de adaptação”, completou.

Pentacampeão nacional, o Osasco aguarda o confronto entre Rio de Janeiro e Minas Tênis Clube para descobrir quem será seu oponente na grande final da Superliga feminina de vôlei. Nas últimas quatro temporadas, o time paulista ficou com o vice-campeonato em três oportunidades, todas elas perdendo para o maior rival, o Rio de Janeiro. Caso o time carioca se classifique para mais uma decisão, será a chance do Osasco, enfim, dar o troco.

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