Quinta, 10 Agosto 2017 09:52

Alunos de Osasco criam app que avisa se ônibus está lotado - WebDiario (Blogue)

Pelo celular, quem está no ponto de ônibus poderá saber se coletivo está vindo cheio ou vazio

App vai informar aos usuários se ônibus estão lotados

App vai informar aos usuários se ônibus estão lotados (Foto: divulgação)

Imagine estar no ponto de ônibus e saber, antes mesmo do coletivo se aproximar, se ele estará vazio, parcialmente ocupado ou lotado. Em breve, isso será possível, por meio de um aplicativo para celulares, criado por estudantes da Fatec prefeito Hirant Sanazar, de Osasco.

O projeto foi desenvolvido pelos alunos William Avancini e Jéssica Cruz ao longo de dois anos de trabalho, de acordo com proposta formulada pelo professor de Banco de Dados da Fatec de Osasco, Fábio Brussolo. utilização do aplicativo está sendo negociada com a Prefeitura de Osasco. William e Jéssica recém-concluíram a graduação tecnológica de Redes de Computadores  e pretendem registrar a patente do software, que, segundo os estudantes, é inédito.

Eles também buscam uma aceleradora para criar uma startup do projeto. “Estamos em fase de pesquisas na Anatel para viabilizar a autorização necessária para uso da frequência para o tráfego de nossos dados pelo nosso dispositivo.

Também estamos em andamento com melhorias nos sensores e na disponibilização da informação”, conta William. Mas esse não é o único projeto do setor feito por alunos da unidade. O SVI Online, dos estudantes Reginaldo Costa e Julia Pedrosa, ambos do sexto semestre do curso de Redes de Computadores, propõe que os pontos de ônibus tenham um terminal com um tipo de totem com o qual o usuário possa interagir em busca de informações sobre horários, problemas na via e trajetos. A abrangência é toda a cidade de Osasco.

O projeto inclui o monitoramento 24 horas pelas câmeras instaladas nos pontos por meio de um sistema de circuito fechado de televisão (também conhecido pela sigla CFTV) na rede implantada, visando melhorar a segurança. Todos os serviços são disponibilizados sem que seja necessária a utilização de smartphone próprio, o que minimiza os riscos à segurança do usuário. “Focamos no bem-estar e visibilidade do passageiro, que muitas vezes se sente ignorado. Identificamos que grande parte da insatisfação é decorrente da falta de comunicação do usuário com a reguladora e aproveitamos a oportunidade para melhorar essa experiência”, destaca Júlia. Segundo Reginaldo, os próximos passos incluem a busca de parcerias com outras cidades.

Autor