Redação

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Não sou gordo, são seus olhos - Espetáculo para todas as idades, SEM PALAVRÕES OU BAIXARIAS, que eleva a autoestima de todas as pessoas, discute com muito humor, questões variadas de bullying. O espetáculo traz vários personagens, encenados pelo próprio ator, Hermes Carpes, contando suas aventuras e desventuras de estar um pouco fora dos padrões “aceitáveis” pela sociedade. Ingressos promocionais -aqui-.

Historicamente, o preconceito com pessoas gordas é recente. Antes a obesidade era vista como fraqueza, hoje como incompetência. É uma lógica econômica, onde o corpo magro é sinônimo de agilidade e o corpo gordo de improdutividade, característica condenada pelo capitalismo.

Neste hilário monólogo escrito por Jorge Tássio especialmente para Hermes, ator carioca que integrou o elenco das novelas “Meu pedacinho de chão”, da Rede Globo, “Além do tempo” e “Cúmplices de um resgate.”

Entre os trabalhos que mostram a versatilidade de Hermes destacam – se as gravações dos clipes de MC Sapão e Anitta, participação nos programas de Sérgio Malandro, no Multishow, Vai que Cola e Chapa quente.

“Essa peça prova que todos nós podemos fazer o que quisermos na nossa vida, mesmo sendo gordinhos demais, magros demais, altos, baixos, novos ou velhos. Queremos, através do teatro, e de forma bem humorada, provar ao público que toda forma de bullying é uma besteira, que o que importa mesmo é estar de bem consigo mesmo, com o seu corpo e com a forma com que a pessoa se identifica.” Afirma Hermes Carpes

Classificação: 14 anos

Gênero: Comédia

Texto de Jorge Tássio, interpretado pelo ator Hermes Carpes, traz ao público uma forma divertida de viver com o preconceito e ensina a rir de si mesmo como forma de aceitação às diferenças.

Exclusivo Ingresso das Artes: R$ 20,00* (Compre Aqui) (MEIA e antecipado, classe artística ou levando 1kg de alimento não perecível que será entregue ao Fundo Social de Osasco). R$ 40,00 inteira na bilheteria.

Sinopse

OPINIÃO DO PROFESSOR MARCO AURÉLIO

O Brasil não perdeu Belchior

Domingo, Belchior se foi. O compositor de letras longas e fortes, que esteve em Osasco algumas vezes. Na campanha oposicionista municipal de 1996, Belchior esteve no Floresta e cantou a música Velha Roupa Colorida, que fala:

Você não sente nem vê
Mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo
Que uma nova mudança em breve vai acontecer
E o que há algum tempo era novo jovem
Hoje é antigo, e precisamos todos rejuvenescer

(Letra parcial de “Velha Roupa Colorida”).

 

Atual

Pego sempre o trem até São Paulo e fico cada vez mais chocado com o estado de abandono da entrada da estação de Presidente Altino. Domingo, dia 30 de abril, fui ver a nossa estação rodoviária, criada nos anos 80 pelo Prefeito Humberto Parro, e saí estarrecido com o descaso do governo municipal com as pessoas que precisam de transporte intermunicipal para o litoral e interior. A maioria dos ónibus que saiam de Osasco, saem hoje da Rodoviária Barra Funda, em São Paulo. A gente só consegue comprar as passagens por aqui e mais nada. Voltamos a era pré-Parro, nos anos 70.

Hoje, dia 01 de maio, dia do trabalhador, depois de uma Greve Geral que parou o Brasil, penso na violência.  Termo que foi muito citado nas redes sociais. Muitos questionaram a violência da Greve. As televisões mostraram o prejuízo ao trânsito e a dificuldade daqueles poucos que não entendem o desastre da Reforma da Previdência do Temer para o Brasil e queriam ir até o trabalho.

               Entrada da Estação da CPTM em Presidente Altino. Foto: Marco Aurélio

 

 

Violência é deixar uma estação de trem abandonada por anos

Faço aqui uma reflexão: Violência é deixar uma estação de trem – por anos - num dos bairros mais tradicionais de Osasco abandonada. Violência é manter uma Estação Rodoviária fechada, de um município com mais de 700 mil habitantes.  É mais do que Violência, é Desrespeito, é Incapacidade de entender a vida do povo, é achar que os serviços públicos servem apenas para fazer o mínimo, como se fossemos acessórios de governantes apenas nas eleições. Talvez um outro bom exemplo sejam as escolas públicas estaduais, que de referência no governo Franco Montoro, passaram a ser depósitos de crianças e jovens no governo Alckmin.

           Estação Rodoviária de Osasco hoje. Foto: Marco Aurélio

 

 

Belchior

Suas músicas transformaram o show Falso Brilhante de Elis Regina, num evento que balançou a Ditadura Militar. A música Mucuripe lançou seu amigo Fagner para o Brasil. Suas músicas revolucionaram a Música Popular Brasileira.

Nos dias de hoje, quando saímos às ruas para protestar contra um governo ilegítimo e golpista e lutar por aposentadorias dignas para as futuras gerações, rever Belchior é mais do que uma obrigação, é uma necessidade.

As velas do Mucuripe
Vão sair para pescar
Vou levar as minhas mágoas
Prás águas fundas do mar
Hoje a noite namorar
Sem ter medo da saudade
Sem vontade de casar

             (Letra parcial de “Mucuripe”).

 

Hoje, precisamos mostrar que o Brasil pode mudar para melhor sem massacrar seu povo trabalhador. Precisamos mostrar que o Brasil precisa de uma agenda que inclua todos sem discriminação, com a manutenção de todos os programas sociais, que tiveram sua origem na Constituição de 1988 e cresceram muito no governo Lula. Por fim, precisamos mostrar que a agenda Temer revela o sentimento de uma elite saudosa da Ditadura Militar.

 

Mas é você
Que ama o passado
E que não vê
É você
Que ama o passado
E que não vê
Que o novo sempre vem

(Letra parcial de “Como Nossos País”)

Marco Aurélio Rodrigues Freitas é jornalista e professor das redes municipal de estadual de São Paulo. Escreve todas as semanas no site Planeta Osasco.

 

 

Opinião viralizada pelo WhatsApp - confira abaixo

Quando um sujeito de classe média diz que greve é coisa de vagabundo, eu fico com vontade de sentar com ele numa pracinha, comprar um algodão doce, respirar fundo e falar:


"Sabe fulaninho esperto, há 100 anos atrás não existia classe média. Não existia você. Não existia autonomia. Não existia profissional liberal. Nem existia assalariado. Há 100 anos atrás, fulaninho, existia uma pequena elite difusa que se transformou em burguesia, herdeira secular de terras, privilégios, favores e negócios que remetem aos regimes monárquicos, seja no Brasil ou na Europa. Essa elite era dona de tudo: das terras, das fábricas, dos meios de produção. E tudo o que o povão tinha era fome, sede, frio, calor e força de trabalho pra vender por QUALQUER merreca que essa elite quisesse pagar.


Sabe fulaninho, esse povão trabalhador, durante décadas, foi explorado, torturado, privado de tudo, em nome do lucro de poucos. E durante décadas esse povão precisou se unir, e lutou, combateu, apanhou, foi preso....até ser ouvido para, pouco a pouco (bem lentamente mesmo), à duras penas, conquistar direitos trabalhistas que hoje regulam o que você faz.


E foi esse povo que, consolidados os seus direitos, passou a ser um negócio chamado: classe média. Esse povo, com muito suor e sangue, inventou uma classe social potente e enorme que, no caso, Fulaninho, é a SUA classe social. Você é o resultado prático da luta, das greves, das manifestações, e de toda organização política feitas por gente que, por sua força de MASSA, de CONJUNTO, conseguiu mudar o paradigma do século 20.


Seja você um autônomo, dono de uma pequena ou média empresa, seja você um profissional liberal, um prestador de serviços...seja você o que for, você foi inventado por GREVISTAS e só existe porque GREVISTAS permitiram que você pudesse existir e ser livre.


Sem os grevistas, fulaninho espertalhão, hoje você estaria dormindo 3 horas por dia e almoçando água com pedra. Sempre na nobre companhia de um senhorio com uma CHIBATA na mão para que você nunca se esqueça quem manda.


O tempo passou, o mundo mudou, mas nem tanto. Eles continuam tendo o poder e sendo poucos. E os trabalhadores continuam sendo a maioria e fazendo da sua UNIÃO a única arma para garantir sua sobrevivência e seus direitos.
Acorda, fulaninho! O único vagabundo aqui é aquele que teve preguiça e a incapacidade de ler os livros de história."

Autor desconhecido.

 

O texto foi compartilhado em massa nas principais redes sociais e causou uma busca pelo autor.

O espetáculo O Pequeno Príncipe reúne -pelo menos-  uma dezena de boas razões para você assistir ou levar os pequenos. O PlanetaOsasco elencou algumas delas;

  1. Magia e Fantasia para os pequenos, diversão pura para os adultos
  2. Mensagens encantadoras
  3. Coreografias profissionais e alto nível do elenco
  4. Desperta emoções nobres: comoção, empatia...
  5. Apresentado no Teatro Municipal de Osasco, o local mais tradicional da região
  6. Fábula amistosa, com grande apelo à sensibilidade
  7. Ingressos promocionais por R$20,00 (para todos, sem limitações)

 

Com um elenco de primeira e participação de profissionais de alto nível na preparação do elenco, a peça tem coreografias e figurinos excelentes. A história se passa no deserto do Saara, onde um piloto de avião sofre uma pane no motor e é obrigado a fazer um pouso de emergência; sendo assim, ele precisa ficar por lá alguns dias até consertar seu avião. Logo, conhece o Pequeno Príncipe, um garotinho que vem de um planeta bem pequeno e distante do nosso (Compre o ingresso promocional na página do evento).

“Só se vê bem com o coração; o essencial é invisível aos olhos.” Com esta história mágica e sensível, não há adulto que não se comova, e criança que não se encante com esta fábula.

O espetáculo musical O Pequeno Príncipe se apresenta na sexta, dia 28 de abril às 20h, no Teatro Municipal de Osasco, inaugurando uma nova fase para o principal espaço cultural da cidade. Os ingressos já estão à venda e o valor pode chegar a R$ 50 (inteira) e R$ 25 a meia.

No entanto, o site ‘Ingresso das Artes’ está comercializando os ingressos por R$20,00 para todos os públicos (compre os ingressos aqui).

A peça tem o potencial de atrair públicos variados para o espaço cultural mais tradicional da cidade. O Teatro Municipal Glória Giglio, depois de uma longa reforma, está ainda mais aconchegante.

O site PlanetaOsasco.com recomenda o espetáculo para todos os públicos.

 

Por Rafaela N.

Pensei em escrever algo sobre minha querida irmã Gislaine. Primeiro na terceira pessoa e depois na primeira pessoa.  Escolhi um diálogo mais direto, porque sempre fomos diretos um com o outro, desde a infância.

Conta-se na família, que foi você que escolheu meu nome quando nossa mãe grávida esperava seu casal de gêmeos. Assim, fiquei sendo Marco Aurélio, o Marquinho para os padrinhos italianos que adotaram nossa família ao chegar do Rio Grande do Sul.

Laine, contei para meus amigos que você gostava de falar de tudo e tinha o amor como modelo de vida e de sonhos.

Laine, contei para meus amigos que sou padrinho do seu filho mais velho Alexandre e escolhi o nome da sua filha Renata, que por iniciativa do meu cunhado Ernesto, também tem como segundo nome Heliodora.

Laine, contei para os meus amigos que você tocava muitos instrumentos musicais e que no final dos anos 60 seus colegas de geração passavam as tardes de sábado em casa cantando músicas da MPB, com você ao violão.

Laine, contei para os meus amigos que você me ensinava inglês, fazendo decorar letras de músicas mesmo sem que eu as entendesse por completo. Contei, também, que você e minha filha Ana Luiza estudavam geografia juntas, nas semanas de prova do Colégio Objetivo.

Laine, vou imitar o Ernesto:  vá ao encontro de papai, mamãe e Ana Luiza. Eles devem estar fazendo aquela festa e conversando muito com você sobre tudo. Mas quando sentir saudades venha nos visitar um pouquinho, no dia em que quiser, na hora que quiser, onde quiser. Estaremos aqui, com suas fotos, suas doces lembranças e, principalmente, seus exemplos de vida.

 

 

Foto: Renata Heliodora

Reproduzo na íntegra a  declaração de amor que meu cunhado Ernesto escreveu para minha irmã Gislaine às 16:41 minutos. Minha irmã partiu às 17:00 horas do mesmo dia. 

“Vá minha dôce e pura mulher ao encontro das belas paragens que Deus te ofertará...Vá ao encontro de teus entes queridos saudosos de ti....Mas, pede licença...e de vez em quando, venha me visitar....estarei sempre te esperando....Você....a pessoa tão especial, que êle por merecimento e destino pré –traçado me ofertou

Sempre a fé em Deus me acompanhará, pois me fêz ser pela minha vida quase inteira, com o brilho de tão bondoso e belo olhar!!!

Vá em paz meu anjinho...minha santinha...vá cantar com os anjos...e se fôr possível....ensina os acordes que sempre te acalmaram...o rock pesado!...

e cante Chopin...Brahms... Devussy...

Vá em paz...que assim que nossos cabritos crescerem....em verdes pastos tranquilios eu sorridente e feliz me acercarei de ti!!!.

Mais uma vez ...A M É M....Eu não te farei e darei as oferendas tradicionais....mas....você me sente e sentirá sempre por perto...porque nossa telepatia nos materializa....e nos transporta....

Mil beijos na tua testa meu amor e um selinho nos lábios....”

 

 

 

Marco Aurélio Rodrigues Freitas é jornalista e professor das redes municipal e estadual de São Paulo. Escreve todas as semanas no site Planeta Osasco.

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