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Nesta terça-feira, o Vôlei Nestlé, equipe de Osasco e vice-campeão da Superliga feminina da última temporada, anunciou um importante reforço. A levantadora Fabíola, depois de três anos atuando na Europa, retorna ao Brasil e voltará a defender as cores do time.

Fabíola teve uma passagem de destaque pelo Osasco. Na temporada 2011/2012, a levantadora ajudou a equipe a conquistar o Campeonato Paulista, a Superliga, o Sul-Americano e o Mundial. Diante do sucesso que teve pelo time, a atleta comemorou a chance de voltar.

Fabíola voltará a defender as cores do Osasco (Foto: João Pires/Fotojump)

“É uma volta para casa. Estou aqui para lutar pelo objetivo do grupo, que é ser campeão sempre. Minha experiência fora do Brasil foi muito boa, e pretendo colocar esse aprendizado à disposição do time de Osasco. A experiência é uma arma para o levantador”, disse a jogadora.

Desde que deixou o Osasco, Fabíola defendeu o Dinamo Krasnodar, da Rússia, na temporada 2014/2015. Nas duas temporadas seguintes, a levantadora brasileira atuou na equipe suíça do Volero Zurich.

Esta não é a única novidade do Osasco para a próxima temporada, pois o time paulista já renovou os contratos da meio de rede Bia, da ponteira Tandara, da central Nati Martins, da oposta Paula Borgo, da levantadora Carol Albuquerque e da líbero Tássia.

Dani declarou considerar o time sua família. (Foto: Reprodução/Facebook)

Depois de quatro anos defendendo a equipe do Osasco, a levantadora titular da Seleção feminina, Dani Lins, se despediu da equipe. Ela escreveu um texto em suas redes sociais agradecendo à equipe. Casada com o central Sidão, do Sesi-SP, a jogadora nunca escondeu a vontade de tirar licença para ser mãe e esse pode ser o principal motivo da saída da atleta.

“Ao longo desses anos fiz muitos amigos, conheci uma torcida única, trabalhei com profissionais diferenciados, perdi, venci, aprendi, e garanto, sem a menor dúvida, que viveria tudo de novo”, escreveu a Dani em seu Instagram.

“Agradeço à comissão técnica pela confiança, pelo aprendizado, pelas palavras de incentivo e pela grande oportunidade de poder vestir a camisa dessa equipe”, completou. “Estarei torcendo por vocês”.

No texto, ela também, agradece as suas companheiras e ressaltou os aprendizados. “Ganhar e perder faz parte da carreira de um atleta e todos os dias estamos sempre aprendendo”.

Tendo 2017 como ano mais tranquilo do ciclo olímpico ela optou pelas “férias” neste ano. Entretanto, a decisão é contraria às ideias do técnico da Seleção José Roberto, que gostaria que ela não saísse agora. Com a aposentadoria de Fabiana e Sheilla, a levantadora aparece como uma das referências do grupo. Ela pretende, após o fim da licença, voltar para às quadras.

Dani declarou considerar o time sua família. (Foto: Reprodução/Facebook)

Depois de quatro anos defendendo a equipe do Osasco, a levantadora titular da Seleção feminina, Dani Lins, se despediu da equipe. Ela escreveu um texto em suas redes sociais agradecendo à equipe. Casada com o central Sidão, do Sesi-SP, a jogadora nunca escondeu a vontade de tirar licença para ser mãe e esse pode ser o principal motivo da saída da atleta.

“Ao longo desses anos fiz muitos amigos, conheci uma torcida única, trabalhei com profissionais diferenciados, perdi, venci, aprendi, e garanto, sem a menor dúvida, que viveria tudo de novo”, escreveu a Dani em seu Instagram.

“Agradeço à comissão técnica pela confiança, pelo aprendizado, pelas palavras de incentivo e pela grande oportunidade de poder vestir a camisa dessa equipe”, completou. “Estarei torcendo por vocês”.

No texto, ela também, agradece as suas companheiras e ressaltou os aprendizados. “Ganhar e perder faz parte da carreira de um atleta e todos os dias estamos sempre aprendendo”.

Tendo 2017 como ano mais tranquilo do ciclo olímpico ela optou pelas “férias” neste ano. Entretanto, a decisão é contraria às ideias do técnico da Seleção José Roberto, que gostaria que ela não saísse agora. Com a aposentadoria de Fabiana e Sheilla, a levantadora aparece como uma das referências do grupo. Ela pretende, após o fim da licença, voltar para às quadras.

Leis que proíbem discussão de gênero nas escolas são alvos do procurador geral da República, Rodrigo Janot. Ele já questiona, no STF, leis aprovadas em 7 municípios brasileiros. Em Osasco, vereador Daniel Matias ignorou inconstitucionalidade do projeto e tenta manobras internas para colocá-lo em votação

Rodrigo Janot

Rodrigo Janot (Foto: Divulgação)

(políEste endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)
 
Ganha força a possibilidade da aprovação do projeto de lei 41/2017, de autoria de Daniel Matias (PRP), levar a Câmara de Osasco a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN). Daniel quer proibir a discussão de gênero nas escolas municipais. O projeto do vereador também pode colocar o Legislativo osasquense em rota de colisão com o procurador geral da República, Rodrigo Janot, que questiona no STF (Supremo Tribunal Federal) leis semelhantes aprovadas em sete cidades brasileiras. O motivo é o mesmo: a proposta é inconstitucional.

A vereadora Régia (PDT), relatora da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal, deu parecer contrário e apontou a inconstitucionalidade do projeto. O presidente da CCJ, vereador Tinha di Ferreira, pediu o arquivamento com base na Assessoria Jurídica da Casa que apontou diversas irregularidades constitucionais no projeto. Mesmo assim, o vereador, que também é pastor, insiste em manter o projeto e colocá-lo para votação em plenário. Para Daniel, gênero deve ser discutido na família. A alegação dele tem o aval de uma forte bancada religiosa na Câmara.

Para impedir que mais municípios aprovem leis semelhantes, o procurador geral da República ingressou com ações no Supremo Tribunal Federal (STF) contra as cidades de Nova Gama (GO), Cascavel (PR), Paranaguá (PR), Blumenau (SC), Palmas (TO), Tubarão (SC) e Ipatinga (MG). No entender de Janot essas leis municipais têm fundo religioso e estimulam o sofrimento, violência, marginalização e evasão escolar de homossexuais.

A vereadora Régia caminha na mesma direção de Janot. Ela afirma que a Câmara abriu um precedente “perigoso” por deixar tramitar uma proposta inconstitucional que, no futuro, poderá ser alvo de uma ação na Justiça. Uma das ações Janot, segundo o portal da revista Época, afirma que o “não reconhecimento social da diversidade sexual acirra condutas discriminatórias que se repetem também no espaço da escola, transformando-o em local de sofrimento e violência para a população LGBT, provocando evasão escolar, marginalização e outras formas de violência”. Doutora Régia alega que em Osasco uma lei neste sentido aumentaria a cultura do ódio e da discriminação. 

Leis que proíbem discussão de gênero nas escolas são alvos do procurador geral da República, Rodrigo Janot. Ele já questiona, no STF, leis aprovadas em 7 municípios brasileiros. Em Osasco, vereador Daniel Matias ignorou inconstitucionalidade do projeto e tenta manobras internas para colocá-lo em votação

Rodrigo Janot

Rodrigo Janot (Foto: Divulgação)

(políEste endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)
 
Ganha força a possibilidade da aprovação do projeto de lei 41/2017, de autoria de Daniel Matias (PRP), levar a Câmara de Osasco a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN). Daniel quer proibir a discussão de gênero nas escolas municipais. O projeto do vereador também pode colocar o Legislativo osasquense em rota de colisão com o procurador geral da República, Rodrigo Janot, que questiona no STF (Supremo Tribunal Federal) leis semelhantes aprovadas em sete cidades brasileiras. O motivo é o mesmo: a proposta é inconstitucional.

A vereadora Régia (PDT), relatora da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal, deu parecer contrário e apontou a inconstitucionalidade do projeto. O presidente da CCJ, vereador Tinha di Ferreira, pediu o arquivamento com base na Assessoria Jurídica da Casa que apontou diversas irregularidades constitucionais no projeto. Mesmo assim, o vereador, que também é pastor, insiste em manter o projeto e colocá-lo para votação em plenário. Para Daniel, gênero deve ser discutido na família. A alegação dele tem o aval de uma forte bancada religiosa na Câmara.

Para impedir que mais municípios aprovem leis semelhantes, o procurador geral da República ingressou com ações no Supremo Tribunal Federal (STF) contra as cidades de Nova Gama (GO), Cascavel (PR), Paranaguá (PR), Blumenau (SC), Palmas (TO), Tubarão (SC) e Ipatinga (MG). No entender de Janot essas leis municipais têm fundo religioso e estimulam o sofrimento, violência, marginalização e evasão escolar de homossexuais.

A vereadora Régia caminha na mesma direção de Janot. Ela afirma que a Câmara abriu um precedente “perigoso” por deixar tramitar uma proposta inconstitucional que, no futuro, poderá ser alvo de uma ação na Justiça. Uma das ações Janot, segundo o portal da revista Época, afirma que o “não reconhecimento social da diversidade sexual acirra condutas discriminatórias que se repetem também no espaço da escola, transformando-o em local de sofrimento e violência para a população LGBT, provocando evasão escolar, marginalização e outras formas de violência”. Doutora Régia alega que em Osasco uma lei neste sentido aumentaria a cultura do ódio e da discriminação. 

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