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Sem pagar fiança de R$ 300 mil, vereadores podem voltar à prisão

Começa a valer nesta segunda-feira, 5, o limite de oito assessores comissionados para cada um dos 21 vereadores de Osasco, totalizando até 168 cargos em comissão na Câmara Municipal. Antes, cada parlamentar podia ter até 16 comissionados.

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Como também houve uma reestruturação nas atribuições de cargos na Casa, todos os funcionários contratados deste modo foram exonerados na sexta-feira, 2. As exonerações foram publicadas na Imprensa Oficial do Município (Iomo). Esta semana, serão recontratados os remanescentes.

A redução pela metade do limite de comissionados na Câmara osasquense deve gerar por ano uma economia de quase R$ 9 milhões, segundo a Mesa Diretora da Casa.

O Ministério Público continua pressionando para reduzir mais o número de vagas preenchidas por indicação dos parlamentares, sem concurso público. O MP quer baixar a quantidade para dois comissionados por vereador.

Dos quase R$ 351,9 milhões em doações declaradas à Justiça Eleitoral feitas pela JBS nas eleições de 2014, um total de R$ 885,9 mil foi destinado a 12 políticos com base eleitoral ou que atuam na região.

A atual secretária de Educação de Osasco, Ana Paula Rossi, recebeu a maior doação da JBS: R$ 250 mil, para sua candidatura a deputada estadual pelo PR. (ERRATA: diferentemente do citado anteriormente neste trecho do texto, o pai de Ana Paula, Francisco Rossi, não recebeu doação da JBS nas eleições de 2014. Rossi não foi candidato no pleito).

As deputadas federais Bruna Furlan (PSDB) e Renata Abreu (PTN-Podemos) também estão entre os que receberam doações da JBS.


Envolvida em um grande escândalo político que pode derrubar o presidente Michel Temer, a JBS foi a campeã de doações nas eleições de 2014, com R$ 351,9 milhões para 1.960 candidatos.

Lembrando que as doações foram declaradas à Justiça Eleitoral e não representam Caixa 2.

O levantamento foi feito com base em dados tabulados pelo jornal do Povo.

Dos quase R$ 351,9 milhões em doações declaradas à Justiça Eleitoral feitas pela JBS nas eleições de 2014, um total de R$ 885,9 mil foi destinado a 12 políticos com base eleitoral ou que atuam na região.

A atual secretária de Educação de Osasco, Ana Paula Rossi, recebeu a maior doação da JBS: R$ 250 mil, para sua candidatura a deputada estadual pelo PR. (ERRATA: diferentemente do citado anteriormente neste trecho do texto, o pai de Ana Paula, Francisco Rossi, não recebeu doação da JBS nas eleições de 2014. Rossi não foi candidato no pleito).

As deputadas federais Bruna Furlan (PSDB) e Renata Abreu (PTN-Podemos) também estão entre os que receberam doações da JBS.


Envolvida em um grande escândalo político que pode derrubar o presidente Michel Temer, a JBS foi a campeã de doações nas eleições de 2014, com R$ 351,9 milhões para 1.960 candidatos.

Lembrando que as doações foram declaradas à Justiça Eleitoral e não representam Caixa 2.

O levantamento foi feito com base em dados tabulados pelo jornal do Povo.

Dos quase R$ 351,9 milhões em doações declaradas à Justiça Eleitoral feitas pela JBS nas eleições de 2014, um total de R$ 935,9 mil foi destinado a 13 políticos com base eleitoral ou que atuam na região.

A atual secretária de Educação de Osasco, Ana Paula Rossi, recebeu a maior doação da JBS: R$ 250 mil, para sua candidatura a deputada estadual pelo PR. Candidato a deputado estadual, o pai dela, Francisco Rossi (PR), recebeu R$ 50 mil. Eles não foram eleitos.

As deputadas federais Bruna Furlan (PSDB) e Renata Abreu (PTN-Podemos) também estão entre os que receberam doações da JBS.

Envolvida em um grande escândalo político que pode derrubar o presidente Michel Temer, a JBS foi a campeã de doações nas eleições de 2014, com R$ 351,9 milhões para 1.960 candidatos.

Veja a lista de políticos da região que receberam doações da JBS nas eleições de 2014. Lembrando que as doações foram declaradas à Justiça Eleitoral e não representam Caixa 2.

O levantamento foi feito com base em dados tabulados pelo jornal do Povo.

Ela sai da região central, próximo à estação da CPTM, e vai para a divisa com Carapicuíba. Isso deve acontecer em junho

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A Rodoviária de Osasco vai mudar de lugar. Ela sai da região central, próximo à estação Osasco da CPTM, e muda para o terminal intermunicipal do Km 21, na divisa com Carapicuíba. A mudança começa a ser acertada após a inauguração do terminal, que deve acontecer ainda em junho, segundo o prefeito Rogério Lins.

Anexo à estação de trem, o novo terminal vai atender linhas urbanas de todas as cidades da região, integrando o projeto de construção do corredor de ônibus Itapevi-Butantã.  O prefeito afirmou ainda, em entrevista à TV Osasco, que negocia com o Estado o início das obras do trecho do corredor do Km 21 até a Vila Yara, em Osasco.

“O maior entrave está no alto valor das desapropriações para abrir o corredor na avenida dos Autonomistas. Vamos acelerar as negociações após a inauguração do Km 21”, explicou ele. Segundo Lins, a entrega vai trazer, à cidade, o govenador Geraldo Alckmin.

Ela sai da região central, próximo à estação da CPTM, e vai para a divisa com Carapicuíba. Isso deve acontecer em junho

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A Rodoviária de Osasco vai mudar de lugar. Ela sai da região central, próximo à estação Osasco da CPTM, e muda para o terminal intermunicipal do Km 21, na divisa com Carapicuíba. A mudança começa a ser acertada após a inauguração do terminal, que deve acontecer ainda em junho, segundo o prefeito Rogério Lins.

Anexo à estação de trem, o novo terminal vai atender linhas urbanas de todas as cidades da região, integrando o projeto de construção do corredor de ônibus Itapevi-Butantã.  O prefeito afirmou ainda, em entrevista à TV Osasco, que negocia com o Estado o início das obras do trecho do corredor do Km 21 até a Vila Yara, em Osasco.

“O maior entrave está no alto valor das desapropriações para abrir o corredor na avenida dos Autonomistas. Vamos acelerar as negociações após a inauguração do Km 21”, explicou ele. Segundo Lins, a entrega vai trazer, à cidade, o govenador Geraldo Alckmin.

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