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A MARMELADA NO BRASIL

A marmelada é de origem portuguesa e um daqules doces que ninguém consegue resistir.

Os livros de história dizem que Vasco da Gama em 1497 levava marmelada nas suas viagens marítimas para as Índias, como sobremesa da tripulação.

No Brasil, Cabral serviu marmelada a todos no navio, após a celebração da primeira missa.

Martins Fontes, quando ganhou a capitania de São Vicente do rei de Portugal, no litoral paulista, introduziu a plantação de marmelos e preparou nossa primeira marmelada.


O grande palhaço Arrelia, quando recebia o outro palhaço Pimentinha, aos domingos no circo da TV Tupi, brincava:
--- Pimentinha, Pimentinha, Hoje tem marmelada?
E Pimentinha respondia:
--- tem sim senhor.
Na lingua portuguesa, o termo marmelada também é usado para outras coisas, como: vantagem, pechincha, variedade de capim, negócio desonesto ou mamata, ou conluio entre participantes de um jogo. (ver Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa).


Mas vamos à receita da marmelada.
Ingredientes:
• Marmelo - 1 Kg (Limpos sem caroço)
• Açúcar - 1 Kg
• Água - 100ml

Como preprarar uma marmelada:
1. Descascar os marmelos e cortá-los em quatro pedaços, retirando o caroço da fruta.
2. Para cada quilo de marmelo juntar 1kg de açúcar e 100ml de água.
3. Colocar tudo numa panela de pressão e deixar cozinhar por dez minutos, após a panela começar a liberar o vapor pela válvula de pressão.
4. Retirar a panela do fogo e deixar perder a pressão sozinha, sem abrir a tampa.
5. Abrir a panela e mexer bem o doce que se formou.
6. Colocar a marmelada em taças ou frascos
7. Cortar os marmelos cozidos em rodelas do tamanho da taça e colocá-los dentro das taças ou frascos
8. Embebedar a marmelada em aguardente e usá-las como tampas das taças ou frascos.

9. Algumas dicas:
10. Ao inves de descascar os marmelos, limpe e raspe bem as cascas. Assim a marmelada vai ficar mais rústica e mais escura.
11. Se não tiver uma panela de pressão, use uma panela normal e deixe cozinhar mais, até atingir o ponto.
12. Acrescente canela ou casca de limão se quiser.


Marco Aurélio Rodrigues Freitas é jornalista e professor das redes municipal de estadual de São Paulo. Escreve todas as semanas no site Planeta Osasco.




A Justiça de São Paulo decidiu, nesta quinta-feira (29), colocar em liberdade o prefeito eleito de Osasco, Rogério Lins (PTN), e 13 vereadores da cidade presos.

Mediante pagamento de fiança para a soltura, Lins desembolsa 300 mil.

EU NÃO FUI
Por não achar justo ser manipulado, só por amor à nossa cidade.

Nessa terça-feira, dia 27 de dezembro, os organizadores do Ato contra a Operação Caça-Fantasmas conseguiram escalar menos de 200 pessoas no Largo de Osasco, às 10:00 h da manhã. As quase 200 pessoas pensavam estar ali defendendo uma vítima, mas estavam sim participando de uma manifestação contra o Ministério Público de Estado de São Paulo, sem entender nada direito.
O Coletivo Mídia Independente de Osasco decidiu então escrever um segundo editorial sobre o tema, em respeito aos seus leitores e à nossa cidade, depois, de receber muitas mensagens críticas ao Ato. Afinal foram mais de 15 mil pessoas que nos leram em menos de 14 horas.
Na verdade, o mote do Ato foi a defesa do prefeito eleito e preso Rogério Lins. Foragido da justiça desde 06 de dezembro e preso no domingo de natal às 5 horas, quando voltava ao país, depois de ver indeferidos quatro pedidos de habeas corpus, que sonhavam com sua liberdade, para sua “esperada” posse em primeiro de janeiro de 2017.
“EU NÃO FUI”, mas sabemos que o Ato Político foi um fiasco. “EU NÃO FUI”, mas sabemos que grandes lideranças políticas não foram também. “EU NÃO FUI”, mas sabemos que as falas foram desencontradas e ofensivas ao processo de prisão temporária, como se só os pobres estivessem submetidos a tal instrumento de disciplina legal. Depoimentos que subjetivamente defenderem privilégios a um homem só e punição a todos os outros presos.
“EU NÃO FUI”, pois quero uma cidade igual para todos. Onde a gente perceba que os políticos mesmo diferentes, são iguais a todos nós. Onde a gente perceba que a política é para mudar a vida das pessoas e não a vida dos políticos.
O PLANETA e povo de Osasco esperam verdade, honestidade de palavras e intensões sinceras para Osasco.
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O melhor para a cidade hoje são Novas Eleições Diretas Municipais para Prefeito já.

AN CMIO



O ato “pela verdade” –programado para a manhã dessa terça-feira no centro de Osasco- para defender o prefeito eleito preso, Rogério Lins, atraiu cerca de 200 pessoas.

Amplamente divulgado nas redes sociais e com grande repercussão na mídia local, o número de participantes revela mais uma etapa de derretimento do novo governo.

A adesão foi baixíssima e não conseguiu surpreender a cidade com o esperado apoio massivo alardeado nas redes. A organização não confirmou se novos atos estão programados.

No começo do dia, Rogério Lins foi transferido para Tremembé e se juntou aos demais vereadores presos. Apenas Karen Gaspar –apontada como foragida pelo MP- e Andrea Capriotti –em recuperação cirúrgica- não estão no presídio.

CMIO - COLETIVO MÍDIA INDEPENDENTE DE OSASCO

Por amor à nossa cidade, que merece respeito.

Depois de tudo o que aconteceu no domingo de Natal em Osasco: Prefeito eleito foragido preso no aeroporto; Alguns jornalistas da cidade lamentando a prisão do futuro patrão, ao invés de irem atrás da informação... Resolvemos perguntar ao leitor e nos perguntar:

Afinal, quando sabemos que a vida pública de um político acabou? Quando perde uma eleição? Ou quando é preso num aeroporto qualquer? Achamos que em nenhuma dessas hipóteses.

Talvez a melhor maneira de saber que um político chegou ao seu fim, é quando ele acha que todos os seus problemas podem ser resolvidos com uma boa publicidade ou uma boa propaganda.

O adesivo distribuído pelos celulares e redes sociais, escrito 'EU VOU', para um ato em defesa de alguém acusado de contratar funcionários fantasmas -no largo de Osasco, não parece campanha eleitoral, é campanha eleitoral sem disfarce.

O adesivo escrito 'EU VOU', que pretende convencer as pessoas a defenderem um personagem público não parece um desrespeito às pessoas, é um desrespeito ao povo de Osasco. Afinal, quem está pagando a produção desses adesivos? Por que o prefeito eleito, hoje detido temporariamente, não gasta sua energia e dinheiro, que gostaríamos de saber quanto e de onde vem, para provar sua inocência e de seus colegas de Câmara, sem iludir as pessoas?

O ato público não corrobora inocência quando acompanhado de silêncio sepulcral e desrespeito por 20 dias de sumiço.

Adesivos 'EU VOU' são comuns em comícios políticos, em shows musicais e eventos culturais. E fazem parte do receituário básico de qualquer publicitário, seja ele bom ou ruim. Mas, agora, não estamos mais numa campanha eleitoral.

Vivemos um momento complicadíssimo na cidade. Não sabemos quem responderá pela administração municipal a partir do dia primeiro de janeiro de 2017.  As pessoas se sentem traídas e estão estarrecidas. Querem respostas e não shows. E nem assim, essa gente percebe que o mundo espera coisas diferentes dos políticos. O povo espera verdade, honestidade de palavras e intenções sinceras.

O melhor para a cidade hoje são Novas Eleições Diretas Municipais para Prefeito já.

 

MF Editorial - Coletivo Mídia Independente de Osasco.

Confirmado. Derretido, Lins presenteia a cidade com sua prisão.

Rogerio Lins, até hoje de manhã considerado foragido pela Justiça, chegou às 5:30 no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Agora, não é mais foragido, é prefeito eleito preso, como os outros vereadores de Osasco, que estão detidos no presídio do Tremembé.

A exibição do vídeo, carregado de contradições, tem dois objetivos básicos: primeiro, tentar estancar o derretimento de um político, que montou sua campanha sob a ideia de renovação, mas que reuniu em seu grupo todos os velhos políticos da cidade, vindos da ARENA, MDB, PSDB e pessoas historicamente ligadas ao João Paulo Cunha, ainda no PT.

Derretimento, que segundo levantamento do PlanetaOsasco – através do Coletivo da Mídia Independente de Osasco - viu a popularidade de RL derreter em 20 dias, numa proporção negativa de 30 para 1.

O episódio já a chamado pela cidade de Operação Mickey. E, segundo, criar uma fantasia para a população como um presente de dia de natal. O dia pode ter sido escolhido a dedo, por ser feriado e pouca gente estar na cidade e com a mídia apenas com seus plantonistas.

Nessa fantasia, o vereador e prefeito eleito falou as mesmas coisas. Que tudo não é verdade, mas ele viu o indeferimento de 4 habeas corpus. Que não há funcionários fantasmas, mas o Ministério Público diz que isso acontece há anos. Que ele respeita a justiça, mas postergou em 20 dias a convocação judicial de apresentação.

E, por fim, nem tocou no problema que vivem seus colegas presos, até porque o processo propõe uma ação coletiva organizada dos 14 vereadores. Um está ligado ao outro, queira ou não RL.

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Entenda o caso

Segundo informações do G1, Rogério Lins se entregou na manhã de hoje ao desembarcar no aeroporto de Cumbica. Proveniente de Miami, o prefeito eleito já está detido.

De acordo com o boletim de ocorrência, Lins desembarcou de Miami, nos Estados Unidos, às 5h, se apresentou à Polícia Federal, e foi encaminhado para a Deatur (Delegacia de Polícia de Atendimento ao Turista) de Cumbica, onde foi registrada a ocorrência.

Rogério Lins estava foragido desde o dia 6 desse mês, quando teve a prisão preventiva decretada pela Justiça em mais uma fase da operação Caça-Fantasmas.

Ele está detido na Cadeia Pública de Osasco. A informação é da TV Globo.

 

VIA COLETIVO DE MÍDIA INDEPENDENTE

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