Redação

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Vancouver: uma metrópole preocupada com a reciclagem

Diário de bordo, Por Ana Polo - No ano de 2015, Vancouver conquistou o 5° lugar na categoria “Cidades mais verdes do mundo” e o 1° lugar entre todas as cidades do Canadá.

Diariamente, quando vou à escola ou quando passeio com os meus amigos, percebo que há coletores de lixo em toda parte e, acreditem ou não, nessas duas semanas que estou aqui, eu não vi nenhum lixo no chão.

Na escola e em praticamente todos os ambientes internos que visitei, como shoppings, lanchonetes e estações de metrô, há uma tabela que indica em qual lixo você deve descartar os orgânicos, as latas e garrafas, entre outras substâncias.

Em bairros residenciais, a coleta seletiva é feita semanalmente. Inclusive, através do aplicativo VanCollect é possível saber o dia exato em que ela será feita.

Vale também ressaltar que incineração e aterro sanitário são as últimas opções por aqui.  A maior parte do lixo orgânico é mandada para o centro de compostagem, onde é transformada em adubo, material indispensável para manter o verde da cidade.

Como podemos perceber, os cidadãos de Vancouver levam muito a sério a reciclagem, e este hábito já faz parte do estilo de vida deles. Inclusive, a cidade tem o objetivo de conquistar o primeiro lugar no ranking de cidade mais verde do mundo em 2020. E por conta de tanto empenho, eu não tenho dúvida de que eles vão conseguir.

 

 

Ana Polo é nossa primeira  “ correspondente”, tem 22 anos, é graduada em Letras e realiza seu primeiro intercambio internacional. Viajou para Vancouver, escolhida duas vezes a melhor cidade do mundo para se viver e sede dos jogos olímpicos de inverno em 2010. Vancouver no Canada tem um população de 604 mil habitantes e um território de 114 km2. Ana Polo também escreve em seu blog: Ana Polo Blog.

Opinião - Por Marco Aurélio Freitas - Dia 25 de janeiro, São Paulo fez 463 anos. Dia 19 de fevereiro, Osasco faz 55 anos de vida. As duas cidades são espaços da diversidade. São Paulo cresceu com imigrantes estrangeiros e famílias brasileiras. Osasco cresceu, desde que era um bairro de São Paulo, com imigrantes estrangeiros e migrantes brasileiros.

Na minha opinião, as duas cidades têm problemas parecidos. Cresceram, enriqueceram, mas não conseguiram reduzir suas misérias e melhorar a vida daqueles que construíram suas cidades. São Paulo é dinâmica, tem uma fantástica vida cultural e noturna e uma economia que se modifica em sintonia com o mundo.

Osasco é muito menor, mas hoje também tem sua vida noturna e cultural, com bares, restaurantes e muitos grupos artísticos, basta a gente passear um pouco pela nossa Vila Madalena (Jardim das Flores e Km 18). Osasco mudou seu perfil econômico, tem três grandes shoppings, um forte comércio e agora caminha para as atividades ligadas à informática, sem deixar seus passos iniciais com um bom parque industrial.

Osasco tem uma das maiores densidades demográficas do país. São quase 10 mil e 300 pessoas por km2. Pelo índice Gini, do estatístico italiano Conrrado Gini, que mede a concentração e a desigualdade econômica entre zero e um (quanto mais próximo de zero mais igual e quanto mais próximo de um mais desigual), Osasco e São Paulo, cresceram e mudaram seu perfil; mas assim como o Brasil, não conseguiram modificar suas concentrações de renda, como deveriam.

O Gini de São Paulo é 28,09 e o de Osasco é 38,75. Em termos de população, São Paulo tem mais de 3 milhões e 370 mil habitantes e Osasco mais de 217 mil pessoas classificadas como pobres (fonte: IBGE). Esses índices de pobreza são fundamentais para que cada cidade desenvolva políticas públicas de combate à pobreza.  Conclusão, todo governo sério deve priorizar o combate à pobreza e aos benefícios que essa população precisa.

Para termos uma ideia da nossa pobreza regional, vejamos o Gini das principais cidades da região: Barueri 45,46; Carapicuíba, 46,74; Jandira, 50,81; Itapevi, 61,86. No chamado OBC (Osasco, Barueri e Carapicuíba), Osasco tem uma população menos pobre, já Barueri e Carapicuíba estão praticamente empatadas, em termos de desigualdade.

Ao Osasco completar 55 anos, como morador, quero uma cidade com um povo menos pobre. Uma cidade que valorize a diversidade, as novas concepções de gênero e que foque seu desenvolvimento na sustentabilidade, na qualidade do meio ambiente e numa educação pública para todos de verdade.

Marco Aurélio Rodrigues Freitas é jornalista, historiador e professor das redes municipal e estadual de São Paulo. Escreve todas as semanas no site Planeta Osasco. 

Nota - Bandidos tentaram roubar a loja da Samsung no Shopping União, nesta manhã do dia 27 de janeiro, e foram capturados na Avenida Presidente Altino, Jaguaré, São Paulo, após forte ação da Polícia Militar. 

A Avenida permanece interditada até o começo da tarde, com a presença de dezenas de policiais e viaturas, que cercaram toda a região.   

Dentro do Shopping União houve disparos. Os assaltantes estavam fortemente armados, segundo outros veículos de mídia eles utilizavam fuzis. Na perseguição, o veículo Hyundai Tucson preto, utilizado pelos assaltantes, colidiu com um ônibus intermunicipal. Houve troca de tiros com a Polícia, que os deteve na avenida Presidente Altino. Até o momento, dois dos quatro bandidos tiveram a morte confirmada, não há informações sobre os outros dois.

Felizmente não houve vítimas entre os frequentadores e consumidores do Shopping. O shopping União funciona normalmente neste momento, segundo sua assessoria. 

 

Reportagem Marco Aurélio Rodrigues Freitas

Candidato a vice de Valmir Prascidelli (PT), direita na foto, foi nomeado para a pasta da cultura do Governo Lins 
Em entrevista ontem, o novo Secretário da Cultura falou sobre pagar dívidas que não existem

O WebDiário, braço online do jornal impresso Diário da Região, divulgou entrevista do atual Secretário da Cultura, Gustavo Anitelli (PT), afirmando que existiam dívidas com os artistas que participaram da Primeira Virada Cultural de Osasco, realizada nos dias 21 e 22 de novembro de 2015.

Ciente de notas que provariam o contrário, o site PlanetaOsasco foi, então, ouvir os artistas e os responsáveis pelos pagamentos. Dois representantes da área afirmaram que todos os eventos da Virada Cultural foram pagos, até porque foi um projeto tocado pela ex-secretária da SEPLAG em convênio com o Ministério da Cultura. Ou seja, o dinheiro veio do 'patrocínio' federal para toda a Virada Cultural em 2015. Segundo a mesma fonte, “essa forma de envio de recursos sempre está atrelada com a realização do evento, não há como fazer e não pagar, pois os recursos são federais”.

Ou seja, não há dívidas não pagas do evento, nem sequer os recursos eram municipais, tendo inclusive notas de pagamentos para o Grupo Teatro Mágico, do qual o atual Secretário da Cultura fez parte e -por quota- recebeu.

A proposta do atual Secretário da Cultura, segundo o WebDiário, seria priorizar os pagamentos dos artistas que se apresentaram na primeira virada cultural de Osasco. No entanto, as dívidas são inexistentes para esse evento.

Artistas da cidade acreditam que, como uma possível referência, o secretário tenha tentado citar um evento menor (em recursos e exclusivamente municipal), o Canto de Julho, que até hoje tem a verba empenhada mas ainda não foi liberada para os artistas.

Com informações do Coletivo de Mídia Independente de Osasco

Via PlanetaOsasco.com IMG Campanha

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