Página 4 de 37

Nestle/Osasco

Nestle/Osasco (Foto: Divulgação)

(Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

Com olho na bola e outro na tabela. É assim que o Nestlé/Osasco vai disputar essas duas últimas rodadas da fase de classificação da Superliga Feminina. Com o Rexona/Rio de Janeiro já garantido no primeiro lugar, a equipe do técnico Luizomar de Moura está de olho na vice-liderança, depois de ter caído para o terceiro lugar com derrota, na rodada passada, para o Rio de Janeiro. O segundo lugar é importante por dois motivos. Osasco pegaria um adversário teoricamente mais fraco nas quartas de final e só encararia seu maior rival, o Rio, em uma provável decisão.

Situação muito diferente da vivida na temporada passada, quando time foi aos playoffs na 4ª posição e acabou cruzando com a equipe Bernardinho nas semifinais, o que representou uma eliminação precoce.  Para que o plano dê certo, o entanto, Osasco precisa vencer as próximas duas partidas e ficar de olho no Dentil/Praia Clube, que pulou para a vice-liderança. A partida contra o adversário do interior de São Paulo, último colocado com seis pontos, está marcada para o ginásio Pedro Ezequiel da Silva, em Valinhos, e será válida pela décima rodada do segundo turno da competição nacional. "Essa partida ganhou ainda mais importância por estarmos na disputa por essa vice-liderança.

Estamos um ponto atrás do Dentil/Praia Clube e a vitória será fundamental na busca por esse objetivo. Temos dois jogos para tentar conquistar essa segunda colocação e precisamos garantir os três pontos nesta rodada”, afirma a central Bia. Ela lembra ainda que o adversário é um “franco atirador”. “O Renata Valinhos não tem mais chances de ficar entre os oito, por isso, será um adversário sem nada a perder e ainda mais perigoso, pois vão querer mostrar serviço e valorizar o projeto.

A responsabilidade está do nosso lado, então temos que entrar concentradas e a melhor maneira de mostrarmos superioridade é entrando em quadra e fazendo o nosso melhor", completou. A outra central da equipe, Nati Martins, também tem a receita para a vitória: obediência tática. "Acredito que será uma partida difícil e vamos precisar jogar com bastante atenção e obediência tática.

É um adversário que não está bem na classificação, por isso, é um jogo que requer muito cuidado e não podemos dar bobeira", comenta a jogadora. 

Não se discute o tamanho do clássico entre Rio e Osasco. A Arena da Barra porém ficou grande demais. Opção exagerada.

Repare bem na imagem.

rexona-x-nestle_al173---ii

Não tem cara de Rio x Osasco tem?

Foi diferente. Bonito não ficou.

É no mínimo estranho, para não dizer constrangedor, ver Rio e Osasco jogarem num ginásio com mais cadeiras vazias do que ocupadas.

Apesar de quase duas mil e quinhentas pessoas terem se deslocado até a Arena da Barra, a nova casa adotada pelo time carioca esteve muito longe de encher.

Ainda assim qualquer coisa é melhor do que o pacato e desconfortável Tijuca.

Foi até um clássico tranquilo se comparado as grandes partidas protagonizadas por Rio e Osasco ao longo da história.

Uma discussão ali, outra aqui, mas nada que fugisse aos script.

A torcida se esforçou e sentou estrategicamente, orientada pelos organizadores do evento, atrás da cadeira do primeiro árbitro. Escolheu Tandara como alvo e deu certo.

rexona-x-nestle_al174---ii

Não dá para dizer que a ponteira de Osasco tenha jogado mal. Só que ficou nítido o desconforto da jogadora com a perseguição dos torcedores.

Sorte dela e de Osasco que o Rio tinha Anne do outro lado sofrendo com a mesma deficiência. Passe.

O Rio foi bem mais efetivo no bloqueio, enquanto Osasco foi muito superior no saque. Os dois times foram equilibrados no ataque.

Por que o Rio venceu por 3 a 1?

rexona-x-nestle_al178---ii

Porque Gabi e Monique se alternaram na hora de decidir, errou menos e esteve mais constante como no atípico quarto set.

Osasco perdeu e ganhou.

Sai derrotado e recupera Paula.

Luizomar de Moura, do alto de sua experiência, viu que não era dia de Bjelica e não pensou duas vezes antes de tirar a oposta sérvia. Apostou em Paula logo nos primeiros pontos do jogo. Ela entrou, cumpriu seu papel e terminou como maior pontuadora.

A vitória do Rio não vai mudar a cara dos playoffs.

O Rio confirmou o primeiro lugar e Osasco só não será segundo se esse mesmo Rio aprontar e entregar o jogo para o Praia na última rodada escolhendo o adversário que deseja cruzar na semifinal.

Na teoria Rio e Osasco seguem empatados. Ninguém perdeu em casa e só se encontram agora numa eventual final.

Não se discute o tamanho do clássico entre Rio e Osasco. A Arena da Barra porém ficou grande demais. Opção exagerada.

Repare bem na imagem.

rexona-x-nestle_al173---ii

Não tem cara de Rio x Osasco tem?

Foi diferente. Bonito não ficou.

É no mínimo estranho, para não dizer constrangedor, ver Rio e Osasco jogarem num ginásio com mais cadeiras vazias do que ocupadas.

Apesar de quase duas mil e quinhentas pessoas terem se deslocado até a Arena da Barra, a nova casa adotada pelo time carioca esteve muito longe de encher.

Ainda assim qualquer coisa é melhor do que o pacato e desconfortável Tijuca.

Foi até um clássico tranquilo se comparado as grandes partidas protagonizadas por Rio e Osasco ao longo da história.

Uma discussão ali, outra aqui, mas nada que fugisse aos script.

A torcida se esforçou e sentou estrategicamente, orientada pelos organizadores do evento, atrás da cadeira do primeiro árbitro. Escolheu Tandara como alvo e deu certo.

rexona-x-nestle_al174---ii

Não dá para dizer que a ponteira de Osasco tenha jogado mal. Só que ficou nítido o desconforto da jogadora com a perseguição dos torcedores.

Sorte dela e de Osasco que o Rio tinha Anne do outro lado sofrendo com a mesma deficiência. Passe.

O Rio foi bem mais efetivo no bloqueio, enquanto Osasco foi muito superior no saque. Os dois times foram equilibrados no ataque.

Por que o Rio venceu por 3 a 1?

rexona-x-nestle_al178---ii

Porque Gabi e Monique se alternaram na hora de decidir, errou menos e esteve mais constante como no atípico quarto set.

Osasco perdeu e ganhou.

Sai derrotado e recupera Paula.

Luizomar de Moura, do alto de sua experiência, viu que não era dia de Bjelica e não pensou duas vezes antes de tirar a oposta sérvia. Apostou em Paula logo nos primeiros pontos do jogo. Ela entrou, cumpriu seu papel e terminou como maior pontuadora.

A vitória do Rio não vai mudar a cara dos playoffs.

O Rio confirmou o primeiro lugar e Osasco só não será segundo se esse mesmo Rio aprontar e entregar o jogo para o Praia na última rodada escolhendo o adversário que deseja cruzar na semifinal.

Na teoria Rio e Osasco seguem empatados. Ninguém perdeu em casa e só se encontram agora numa eventual final.

Tudo que aprendemos juntos (Lázaro Ramos)

Tudo que aprendemos juntos (Lázaro Ramos) (Foto: Divulgação)

(Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

A Casaviva abre suas portas em Osasco, no próximo dia 6, às 19 horas, com a proposta de ser um espaço cultural e ambiental. Localizada na avenida Maria Campos, 252, no Centro, ela traz uma programação gratuita com arte, música e cinema, além de oficinas. Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, a Casaviva convidou as artistas plásticas Risomar Fasanaro e Juçara Rodrigues para exporem suas obras.

Elas podem ser conferidas até 11 de março, das 15 às 21 horas. Também com parte de sua programação nessa primeira semana, o espaço abriga, na terça-feira, dia 7, às 19 horas, uma oficina de automaquiagem com Janaína Oliveira. Na quarta-feira, dia 8, às 20 horas, é a vez de palestra com a dentista Daniela Richarte, que vai falar sobre ciência e igualdade de gênero.

Na quinta-feira, dia 9, os frequentadores poderão curtir uma sessão de cinema. Às 19 horas será exibido o filme “ Tudo que aprendemos juntos”, de Sérgio Machado. Baseado na peça "Acorda Brasil", de Antônio Ermírio de Moraes, o filme conta a história de Laerte (Lázaro Ramos), um violinista que se vê obrigado a dar aulas de música na comunidade de Heliópolis depois da tentativa fracassada de integrar a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp).

Na sexta-feira, dia 10, é a vez de música, com apresentação, às 20 horas, de Dorgival Nazaro e alunos. Já no sábado, dia 11, às 14 horas, acontece  debate sobre comunicação no ambiente escolar com o professor e filósofo Jefferson de Souza Santana.  Mais informações sobre a Casaviva e sua programação podem ser obtidas pelo telefone  3684-0293 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Página 4 de 37