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Nesta sexta-feira, as equipes do Rio de Janeiro/Rexona Sesc e do Camponesa/Minas se enfrentam pela Superliga feminina. O jogo tem início às 20 horas, na Arena da Barra e é o quinto e decisivo confronto pelo playoff melhor de cinco das semifinais da competição.

Apesar das estatísticas serem equilibradas, o time do carioca tem pequena vantagem. O percentual de eficiência da equipe é maior em todos os seis quesitos analisados pela Confederação Brasileira de vôlei – defesa, levantamento, saque, ataque, recepção e bloqueio. A defesa da equipe é 3,1% melhor do que a adversária.

O histórico da competição também é favorável à equipe da Rexona-Sesc (RJ). Das 28 partidas jogadas, as meninas ganharam 26 – um aproveitamento de 92%. Já a equipe mineira, dentre as 29 atuações feitas, apenas 19 tiveram resultados positivos, ou seja, ganharam 67% das partidas jogadas.

No último confronto, Rio venceu Minas e levou a semi da Superliga para o quinto jogo (Foto: Reprodução/ Facebook)

Os dois últimos confrontos das equipes tiveram diferentes vencedores. Ambas equipes ganharam as partidas fora de casa. No primeiro deles, em 7 de abril, a equipe mineira saiu na vantagem (três sets a dois). No segundo jogo, no dia 11 deste mês, foi a vez da equipe por Bernardinho, com dois sets de diferença.

Ao final do quarto jogo da série, a ponteira Rosamaria, do Camponesa/Minas, comentou sobre o equilíbrio entre as equipes: “Sabíamos das dificuldades que teríamos ao enfrentar o Rexona-Sesc e ainda não acabou. Temos condições de ganhar novamente. Vamos tentar vencer novamente”, disse.

O vencedor desta série jogará na final contra o Osasco/Vôlei Nestlé.

Garantido na grande final da Superliga feminina de vôlei após vencer os três confrontos da semifinal contra o Praia Clube, o Osasco já iniciou sua preparação para a grande decisão do torneio. Acostumado a atuar na parte da tarde ou à noite, o time busca se adaptar às atividades pela manhã, já que o horário do jogo que vale o título acontecerá às 10h (de Brasília).

O Osasco aproveita o intervalo entre o último compromisso e a final da Superliga para se adaptar à uma nova rotina (Foto: João Pires/Fotojump)

A equipe técnica do time da Grande São Paulo alterou toda a programação usual de treinamento e já coordena nesta semana as atividades nas primeiras horas do dia. Na parte da manhã as jogadoras passaram a trabalhar a parte tática, enquanto as atividades físicas e trabalhos de fundamento acontecem mais tarde.

“Essa é uma das vantagens de ter vencido a semifinal em três jogos. Desde segunda-feira estamos treinando saltos e coletivos pela manhã e a parte física e as atividades específicas à tarde. O primeiro dia foi complicado, mas no segundo já melhorou e no terceiro todo mundo estava dando na bola com mais naturalidade. Já estamos nos adaptando e os treinos vão ficando cada vez melhores a partir do momento que o corpo vai se acostumando”, disse a líbero do Osasco Camila Brait.

“Essa fase é importante porque não é fácil jogar às 10h, pois você precisa acordar por volta das 7h, horário que não estamos acostumadas. É um trabalho fundamental para que possamos chegar com o máximo possível de adaptação”, completou.

Pentacampeão nacional, o Osasco aguarda o confronto entre Rio de Janeiro e Minas Tênis Clube para descobrir quem será seu oponente na grande final da Superliga feminina de vôlei. Nas últimas quatro temporadas, o time paulista ficou com o vice-campeonato em três oportunidades, todas elas perdendo para o maior rival, o Rio de Janeiro. Caso o time carioca se classifique para mais uma decisão, será a chance do Osasco, enfim, dar o troco.

Garantido na grande final da Superliga feminina de vôlei após vencer os três confrontos da semifinal contra o Praia Clube, o Osasco já iniciou sua preparação para a grande decisão do torneio. Acostumado a atuar na parte da tarde ou à noite, o time busca se adaptar às atividades pela manhã, já que o horário do jogo que vale o título acontecerá às 10h (de Brasília).

O Osasco aproveita o intervalo entre o último compromisso e a final da Superliga para se adaptar à uma nova rotina (Foto: João Pires/Fotojump)

A equipe técnica do time da Grande São Paulo alterou toda a programação usual de treinamento e já coordena nesta semana as atividades nas primeiras horas do dia. Na parte da manhã as jogadoras passaram a trabalhar a parte tática, enquanto as atividades físicas e trabalhos de fundamento acontecem mais tarde.

“Essa é uma das vantagens de ter vencido a semifinal em três jogos. Desde segunda-feira estamos treinando saltos e coletivos pela manhã e a parte física e as atividades específicas à tarde. O primeiro dia foi complicado, mas no segundo já melhorou e no terceiro todo mundo estava dando na bola com mais naturalidade. Já estamos nos adaptando e os treinos vão ficando cada vez melhores a partir do momento que o corpo vai se acostumando”, disse a líbero do Osasco Camila Brait.

“Essa fase é importante porque não é fácil jogar às 10h, pois você precisa acordar por volta das 7h, horário que não estamos acostumadas. É um trabalho fundamental para que possamos chegar com o máximo possível de adaptação”, completou.

Pentacampeão nacional, o Osasco aguarda o confronto entre Rio de Janeiro e Minas Tênis Clube para descobrir quem será seu oponente na grande final da Superliga feminina de vôlei. Nas últimas quatro temporadas, o time paulista ficou com o vice-campeonato em três oportunidades, todas elas perdendo para o maior rival, o Rio de Janeiro. Caso o time carioca se classifique para mais uma decisão, será a chance do Osasco, enfim, dar o troco.

Quis o destino que exatamente um ano depois o rodízio de Osasco, tão criticado no passado, se consagrasse.

Foi assim, mexendo nas peças, percepção e extraindo o que cada jogadora tem de melhor, que o técnico Luizomar de Moura fez o time paulista vencer o terceiro set e se classificar para a decisão da Superliga.

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Sim, porque o jogo contra o Praia pode ser dividido em duas partes: antes e depois do terceiro set.

O Praia finalmente jogou com dignidade e valorizou a vitória paulista por 3 a 1. A presença de Fabiana a partir do segundo set mudou a postura da equipe mineira. Alix e Daymi, enfim, justificaram a presença de duas estrangeiras.

O Praia, após empatar com mérito o jogo, errou quando Osasco estava mais pressionado. Abrir 20/17 e 24/22 e não fechar é fatal. E com consequências no ato seguinte.

Foi justamente o que aconteceu.

O Praia do quarto set foi aquele dos dois primeiros jogos. Presa fácil e emocional zero.

Osasco, como era previsto, ganhou do Praia e dele mesmo. Talvez em determinados momentos da partida tenha sido mais complicado superar a ansiedade do que o adversário.

Dani Lins, Tandara e Camila Brait conseguiram disfarçar bem. As outras não.

Aí surgiu a visão e o conhecimento da comissão técnica. O entra e sai, do tal rodízio, fez a diferença.

O maior exemplo teve Bjelica como protagonista no terceiro set. A sérvia, mal na frente, entrou para sacar e ganhou o set para Osasco.

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Teve mais. Teve Gabi na vaga de Malesevic. Teve Paula no lugar da própria Bjelica e até Saraelen sentiu o gostinho do jogo.

Gabi e Paula ajudaram a mudar o roteiro inicial e o desenho que estava sendo escrito.

O que mais chamou atenção é que todas envolvidas no rodízio, especialmente Malesevic, normalmente discreta, jogaram bem. Bjelica fez 14 pontos. As duas juntas só não fizeram mais do que Tandara. E que diferença.

Ainda não acabou.

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Fato é que independentemente do último ato, a classificação de Osasco para a final é a redenção de um projeto que começou sob desconfiança e que sai de cena, porque não terá mais o Liberatti como palco, consagrado.

14 jogos e 100% de aproveitamento.

Manhã de sexta-feira está complicada nos principais corredores viários de Osasco e situação também dificulta a chegada, à cidade, de quem está em Barueri e Carapicuíba

Avenida dos Autonomistas têm vários trechos complicados

Avenida dos Autonomistas têm vários trechos complicados (Foto: Erica Celestini)

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Um apartamento no Jardim Adalgiza, em Osasco, integra um leilão de imóveis, por instituições financeiras, que inclui opções em 14 Estados brasileiros. A venda é virtual e os lances podem ser feitos no site www.sold.com.br, da empresa Sold, responsável pelo leilão. O apartamento em Osasco tem 254,18 m² e 4 vagas na garagem.  O lance inicial é de R$ 1.052.388,00. Segundo a Sold, os valores estão abaixo do mercado e muitos têm possibilidade de parcelamento. Todas as etapas do leilão podem ser acompanhadas, em tempo real, no mesmo site.

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