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Polícia Civil Descobre Remédios e Produtos Naturais Irregulares no Centro de Osasco

Polícia Civil apreende remédios e produtos naturais irregulares, no Centro de Osasco

Após denúncia anônima, foram iniciadas as investigações sobre as condições de armazenamento e vencimento dos itens que seriam comercializados nos estabelecimentos

Na manhã desta quarta-feira (19), agentes da Polícia Civil apreenderam, no Centro de Osasco, grande quantidade de medicamentos e produtos naturais para emagrecimento irregulares. As apreensões foram realizadas em duas lojas localizadas na rua Primitiva Vianco e integram uma série de operações de combate a crimes contra a Saúde Pública.

As investigações sobre as condições de armazenamento e vencimento dos itens que seriam comercializados nos estabelecimentos começaram a partir do recebimento de denúncia anônima. Com Ordem de Serviço expedida pela Justiça, a equipe esteve nos espaços para realizar uma vistoria e encontraram mercadorias em mal estado de conservação, com prazo de validade expirados e outros produtos expostos à venda sem o selo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Devido a situação, os policiais apreenderam os itens e encaminharam os responsáveis pelos locais e para a adoção das medidas de Polícia Judiciária na Delegacia Seccional de Osasco. Na unidade policial, o delegado de plantão, José Flamínio Ramos Martins, ordenou o registro do Boletim de Ocorrência por infração disposto no artigo 273, do Código Penal brasileiro, na modalidade conduta ilícita, o ato de falsificar, corromper ou adulterar, produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais.

Todos as mercadorias apreendidas passarão por perícia junto ao Instituto Criminalística de São Paulo e serão encaminhados para Vigilância Sanitária de Osasco. Além disso, a Polícia Civil também investigará a documentação dos alvarás de funcionamento de uma das lojas, cuja validade expirou em 31 de março de 2021, bem como a documentação do dono do local.

Toda a operação foi coordenada pelo delegado titular do caso, Paulo Sérgio Maluf Barroso, juntamente com os policiais civis Humberto e Francisco, acompanhados pelo investigador chefe Arcênio.

FONTE GIRO S/A

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Albino S.

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Claudinei Oliveira Brito

Por que não colocou o nome das lojas muitas pessoas compram o produto sem saber que era falsificado vai lá saber que eu também já comprei coloca o nome das lojas

Jailson Porto

Que loja do Centro? Precisamos saber para não consumir nada. Se alguém souber escreva aí.

Claudinho Carvalho

Deviam falar o nome do estabelecimento.

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