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Defensoria Pública do Rio cria canal para informações sobre falta d’água no estado

Quando o simples hábito de lavar as mãos, tão necessário para prevenir a Covid-19 é dificultado por falta d’água, o problema de saúde pública se agrava, já que contribui para a disseminação do novo coronavírus. O alerta é do ouvidor-geral da Defensoria Pública do Rio de Janeiro, Guilherme Pimentel.

Para tentar conter o avanço da doença, a Defensoria criou um canal de denúncias sobre desabastecimento de água.

As informações farão parte de um levantamento sobre a situação do fornecimento em todo o estado, sobretudo nas favelas. Segundo o ouvidor-geral, o instrumento será usado para cobrar das autoridades medidas urgentes.

A ferramenta recebeu, em apenas cinco dias, quase 500 denúncias de falta água no Rio, como detalha Guilherme Pimentel.

As cinco comunidades que mais enviaram reclamações à Ouvidoria foram Tabajaras e Rocinha, na zona sul; Complexo do Alemão, Maré e Fallet, na zona norte.

As informações serão repassadas ao Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria, que entregará um relatório à Cedae, Companhia Estadual de Águas e Esgoto.

As denúncias serão cruzadas com outras reunidas pelo Ministério Público e discutidas no gabinete de crise, criado especialmente para tentar dar solução a casos durante o surto da Covid 19.

Caso não seja possível um entendimento extrajudicial com a Cedae, o Núcleo de Defesa do Consumidor e o Ministério Público poderão ajuizar uma ação coletiva.

As denúncias podem ser feitas por meio de um formulário, disponível na internet e compartilhado nas redes sociais.

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