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Erro em Tribunal liberta deputados estaduais do RJ que deveriam permanecer presos

Um erro no número do alvará de soltura expedido pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região levou à libertação equivocada dos ex-deputados Paulo Melo e Edson Albertassi. Os dois foram presos preventivamente nas operações Furna da Onça e Cadeia Velha, desdobramentos da Lava Jato no estado.
Na quarta-feira, a Primeira Turma Especializada do TRF2 suspendeu a prisão dos dois no processo da Operação Furna da Onça, mas os deputados deveriam seguir presos preventivamente por processo da Cadeia Velha.
Segundo o TRF2, o alvará saiu com os números dos processos da Furna da Onça e, indevidamente, também com o da Cadeia Velha. Dessa forma, os ex-deputados acabaram sendo liberados da prisão, embora devessem permanecer custodiados.
A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária confirmou que ambos deixaram o sistema nesta sexta-feira, mas, de acordo com o TRF2, os dois terão que voltar para a cadeia.
O desembargador federal Paulo Espirito Santo determinou a expedição de alvarás retificados e ordenou o restabelecimento das prisões.
A Operação Cadeia Velha foi deflagrada pela Polícia Federal em novembro de 2017. A Furna da Onça veio um ano depois, como efeito das delações premiadas feitas por doleiros durante a Cadeia Velha.

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